Somos uma Gráfica situado na zona norte de São Paulo.
Produzimos desde impressos simples de 1 cor à impressos coloridos, catálogos, pastas, revistas e etc.
Atualmente trabalhamos com a impressora ROLAND200 e equipamento de grande formato que nos proporciona rapidez e qualidade aos nossos impressos.
Estamos a disposição para futuros orçamentos e novas parcerias.
E-mail: contato@bisgrafica.com.br
Visite nosso site e conheça um pouco nós
www.bisgrafica.com.br
TABELA PERIÓDICA DINÂMICA
Link para o jogo Adivinhas da Tabela periódica:
nautilus.fis.uc.pt/cec/jogosqui/adivinhas/index.html
CONTEÚDO BÁSICO CURRICULARES
crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/minicursos/quimica/cap_cbc.htm
ENEM EM 100 DIAS - VIDEO SOBRE ESTRUTURA ATOMICA
www.youtube.com/watch?v=XjzGOy_x0OY
Link com conteúdo resumido do 1º ano, acessem e estudem....
ducicleia.blogspot.com.br/2011/02/materia-exercicios.html
Recomeçar
2013...
Se você está lendo essa mensagem, é por que o mundo não acabou!!
Brincadeiras à parte, é sempre bom refletirmos sobre o ano novo; no nosso caso, um novo ano letivo, ainda que ele tenha começado há algum tempo. Para alguns, nova escola, novos professores, novo material escolar, novos livros, para outros, nem tão novo assim, mas nada disso importa. O importante é que dê valor à esse momento, à essa oportunidade que é única, e que muitas vezes não volta mais. Muita gente esperou o pior para 2012, e não aconteceu, e agora, o que virá para 2013? Não sabemos! Mas que ele seja o que de melhor você possa construir para o seu futuro. Esqueça o que ficou para trás, e tenha o futuro em sua frente. Dê um fim no preconceito, na preguiça e no desânimo para que esse futuro seja mais brilhante ainda. E é para isso que nós, professores estamos aqui; para ajudá-lo nessa caminhada, muitas vezes tempestuosa, mas que ao final, terá a grande recompensa: vencer mais uma etapa da vida. E com o Criador no comando, poderemos afirmar: "Tudo posso nAquele que me fortalece." Filipenses 4:13
Um feliz e abençoado Ano Letivo Novo!
Profa. Nádia Panaino
CALOR LATENTE
Calor latente, também chamado de calor de transformação, é a grandeza física relacionada à quantidade de calor que uma unidade de massa de determinada substância deve receber ou ceder para mudar de fase, ou seja, passe do sólido para o líquido, do líquido para o gasoso e vice versa. Durante a mudança de fase a temperatura da substância não varia, mas seu estado de agregação molecular se modifica. O calor latente pode assumir tanto valores positivos quanto negativos. Se for positivo quer dizer que a substância está recebendo calor, se negativo ela está cedendo calor. No Sistema Internacional de Unidades (SI), a unidade é J/kg (Joule por quilograma). Outra unidade usual é caloria por grama (cal/g). A unidade caloria tende a desaparecer à medida que o SI vá sendo implantado pelos países que o aprovaram. O oposto do calor latente é o calor específico, o qual o único efeito é a mudança de temperatura.
www.agracadaquimica.com.br/index.php?acao=quimica/ms2&i=9&id=674
pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_imagens_dos_elementos_qu%C3%ADmicos
Uma breve história da química Brasileira
Márcia R. Almeida
Angelo C. Pinto
A melhor e, ainda, a mais completa descrição da história da química no Brasil é o capítulo escrito por Heinrich Rheinboldt para o livro As ciências no Brasil, organizado por Fernando de Azevedo (1). Esta história ganha um novo impulso com o livro A indústria química e o desenvolvimento do Brasil 1500-1889, publicado em 1996, por Ernesto Carrara Junior e Hélio Meirelles, o qual completa uma lacuna que faltava na história da química brasileira (2).
Este texto deve ser visto como um ensaio, por não ter a profundidade de um artigo acadêmico, como merece a história da química no Brasil. Resume um conjunto de fatos e de marcos históricos, numa ótica muito pessoal dos autores, que enxergam a química num contexto mais amplo, não se limitando apenas à ciência e à indústria química.
Não é a visão de um historiador profissional que se dedica a entender as origens da química. Os autores pertencem à corrente daqueles que acreditam que a química nasce com a elaboração e transmissão de conhecimentos práticos, cujas origens remontam ao domínio do fogo, à confecção de artefatos de cerâmica e aos primeiros processos de tinturaria e de fermentação. Por este ângulo, pode-se afirmar que a primeira descrição da química no Brasil foi feita por Pero Vaz de Caminha na carta que enviou ao rei Dom Manuel para dar notícia da nova terra encontrada. Na carta, considerada por muitos como a "certidão de nascimento do Brasil", o escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral revela todo o seu espanto com as cores vivas ornamentais dos seus habitantes. Impressionou-o o vermelho e a tinta negro-azulada com as quais os indígenas estavam pintados. Isso dá uma amostra do domínio dos processos de extração de corantes naturais e do tingimento corporal que tinham os habitantes do Novo Mundo. Eles sabiam como extrair o corante vermelho do urucum, a Bixa orellana, e a seiva dos frutos da árvore Genipa americana, de nome genipapo, que ao reagir com a pele, produz uma coloração negro-azulada (3) e com os quais é produzido um licor muito apreciado, até os dias de hoje, em todo o Brasil.
Da descoberta da nova terra até o século XIX, pode-se afirmar que os únicos fatos relacionados à ciência foram protagonizados pelos cronistas que se ocuparam da descrição das virtudes das plantas medicinais da flora nativa, e de elogiarem os ares saudáveis e o clima da Terra de Santa Cruz, depois chamada de Brasil.
Algumas plantas medicinais brasileiras dos indígenas, descritas pelos cronistas, enriqueceram as farmacopeias europeias. O século XIX foi marcado pela presença de grandes expedições e cientistas estrangeiros que vieram para coletar amostras dos três reinos da natureza, para enriquecer as coleções dos museus europeus.
O marasmo científico de Portugal imposto pela força da igreja, liderada, principalmente, pela ordem dos jesuítas, que fizeram da censura o instrumento de controle das publicações científicas na metrópole e, em consequência, em todas as suas colônias ultramarinas, perdurou até a reforma feita por Sebastião José de Carvalho e Melo (1699-1782), Conde de Oeiras e, depois Marquês de Pombal, o primeiro-ministro de D. José I. Um dos principais baluartes dos jesuítas, a Universidade de Évora, foi extinta em 1759, e a Reforma Pombalina, de 1772, levou à criação, na Universidade de Coimbra, das Faculdades de Matemática e de Filosofia Natural (ciências), e à reforma dos estudos de medicina. Novos estabelecimentos científicos se fizeram necessários, originando a construção de novos edifícios destinados ao Laboratório Químico, ao Observatório Astronômico, à Imprensa da Universidade e à instalação do núcleo inicial do Jardim Botânico (4).
Antes da Reforma Pombalina, no Brasil, assim como em Portugal, a ciência não "existia", diferentemente do que acontecia em outros países da Europa. As únicas discussões científicas ocorriam em algumas poucas academias e sociedades científicas, todas de vida muito efêmera. No Rio de Janeiro, por exemplo, foi criada, em 1786, a Sociedade Literária do Rio de Janeiro, que funcionou regularmente até 1790, e que se ocupou da discussão de temas científicos, como o método para extração da tinta do urucum e a análise de águas, para citar apenas dois assuntos relacionados diretamente com a química, discutidos pelos sócios acadêmicos (5).
Apesar de a produção de açúcar de cana nos engenhos brasileiros ter começado na Bahia após 1550, se estendendo depois para os estados de Alagoas e Pernambuco, e a indústria extrativista da mineração ter se iniciado a partir do século XVIII, atividades relacionadas à química eram praticamente inexistentes.

A CRIAÇÃO DOS CURSOS DE QUÍMICA Os primeiros cursos de química surgem no Brasil no início da década de 1910. O primeiro curso foi de química industrial, no nível técnico, no Makenzie College que, quatro anos depois, em 1915, se tornou curso de nível superior. Neste mesmo ano, foi criada a Escola Superior de Química da Escola Oswaldo Cruz (14). Mas, a explosão dos cursos regulares de química só viria a ocorrer a partir do artigo "Façamos químicos", do farmacêutico formado pela Faculdade de Medicina da Bahia, José de Freitas Machado, publicado, em 1918, na Revista de Chimica e Physica e de Sciencias Histórico-Naturaes. A presença de Freitas Machado no cenário da química no país estendeu-se até o ano de 1946, quando se aposentou pela Escola Nacional de Química, hoje Escola de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da qual foi o primeiro diretor (1934-1935) (15).
Disciplinas de química eram ensinadas nas Escolas Superiores de Agricultura e Medicina Veterinária, fundadas em Pernambuco em 1912, por monges beneditinos. Os currículos destas escolas tinham forte conteúdo de química, próximo ao modelo pedagógico alemão, da química agrícola de Justus Liebig. Essas escolas, em 1967, se transformaram na Universidade Federal Rural de Pernambuco. Talvez seja esta uma das razões pelas quais tantos agrônomos tiveram e têm grande destaque na ciência química brasileira (16).
Em 1918, ocorreu a criação do Instituto de Química, idealizado pelo médico Mario Saraiva e por ele dirigido durante vinte anos. Na origem desse instituto, está o Laboratório de Defesa e Fiscalização da Manteiga, cujo principal propósito era a análise da manteiga consumida no Brasil, toda ela importada da França até fins da década de 1920. Esse instituto, vinculado ao Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, se tornou, depois de muitas mudanças ao longo do tempo, a principal instituição científica dedicada ao estudo da química de plantas brasileiras e o berço da fitoquímica atual. O núcleo liderado por Walter Mors, Oscar Ribeiro, Otto Gottlieb, Mauro Taveira Magalhães e Benjamin Gilbert, no Instituto de Química Agrícola (IQA), teve grande reconhecimento científico internacional até ser extinto em 1962. Com a extinção do IQA, Walter Mors e Benjamin Gilbert, a convite do professor Paulo da Silva Lacaz, foram para a Faculdade de Farmácia da Universidade do Brasil, na Praia Vermelha, onde fundaram o Centro de Pesquisas de Produtos Naturais (CPPN) que, depois de sua transferência para a Cidade Universitária da Ilha do Fundão, se transformou no Núcleo de Pesquisas de Produtos Naturais (NPPN). Otto Gottlieb, convidado por Darcy Ribeiro, foi participar da implantação do Departamento de Química da Universidade de Brasília (17).
Em 1922, foi criada a Sociedade Brasileira de Chimica como uma das decisões do primeiro Congresso Brasileiro de Química, que ocorreu naquele ano, no bojo das celebrações do primeiro centenário da independência do Brasil. Em 1933, a grafia foi alterada de chimica para química, e a Sociedade existiu até 1951. Seu primeiro presidente foi José de Freitas Machado, após a presidência provisória do professor Daniel Henninger, da Escola Politécnica (18).
Um dos marcos da química brasileira foi a criação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL), quando da fundação formal da Universidade de São Paulo (USP), em 25 de janeiro de 1934, mediante a reunião das faculdades isoladas existentes. Convidado pelo professor Teodoro Ramos, veio para a química da FFCL o professor Heinrich Rheinboldt, neto do famoso químico Heinrich Caro.Com extensa bagagem científica e 43 anos de idade, Rheinboldt e Heinrich Hauptmann, outro pesquisador alemão, este com 29 anos, iniciaram a química moderna brasileira. O primeiro doutor formado pela FFCL foi Simão Mathias, com a tese "Sobre mercaptanas bivalentes e sulfeto-dimercaptanas", defendida em janeiro de 1942 (19). Um ano antes da criação da FFCL da USP, foi criada a Escola Nacional de Química da Universidade do Brasil, subordinada à Diretoria Geral de Produção Mineral do Ministério da Agricultura.
Outro marco importante foi a criação, em 1959, do Instituto de Química da Universidade do Brasil. O regimento deste instituto só foi aprovado em 1962. Participaram de sua elaboração os professores João Christóvão Cardoso (FNFi), Athos da Silveira Ramos (catedrático da Escola Nacional de Química e da FNFi) e João Cordeiro da Graça Filho (Catedrático da Escola Nacional de Engenharia). O primeiro diretor-presidente do Instituto foi o professor Athos da Silveira Ramos (15). A pós-graduação nos moldes da que vige hoje no país nasceu em 1963 no Instituto de Química, quando foram criados os cursos de química orgânica e de bioquímica.

Thompson
JOHN DALTON BOHR Kekulé



Proust Rutherford Lavoisier Mendeleiev




