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"A essência da gentileza está nos pequenos detalhes, como quando damos as boas-vindas às pessoas que vêem até nós, às vezes um simples sorriso ou aperto de mãos pode transformar vidas. Descubra as maravilhas que existem no simples gesto de cumprimentar uma pessoa." (Luis Alves)
Se a escola fosse uma orquestra, seria possível ouvir-se a sinfonia da compreensão humana?
Como haver sinfonia se cada músico está com seu instrumento em um tom? Onde está o autor da sinfonia? Ou será que a orquestra é que não quer tocá-la?
A orquestra está desafinada.
E o maestro? Deve ser responsabilizado pelo insucesso?
E os ouvintes, por que não gritam? Estão mudos?
Não; não sabem gritar.
Gritam , às vezes, buscando em outro músico o fracasso advindo do tom desafinado que emitem.
E você? Também é músico nesta orquestra?
A escola nunca será orquestra, se cada músico não se afinar. Os músicos devem interpretar a partitura da compreensão humana, para atender a cada ouvinte na sua individualidade. Não basta simplesmente tocar.
A harmonia entre os músicos e os ouvintes é a compreensão, o respeito, a doação, o "assumir", é a responsabilidade, o envolvimento com o trabalho.
Reaja diante da música. Se um tom soa-lhe desafinado, pare! O ponto de espera é calmo e longo; com sua ajuda virá outra música.
Com certeza será o início de uma verdadeira orquestra onde todos possam entoar a música da Paz, da Harmonia, da Colaboração, do Respeito Mútuo.
NO DIA 16 DE DEZEMBRO ACONTECERA UMA AMOSTRA DE EXPERIENCIAS QUIMICAS NA ESCOLA, A TURMA RESPONSAVEL POR ISSO E O 2º ANO B, TURNO MANHA.
VENHA PARTICIPAR E VISITAR OS ESTANDES COM AS EXPERIENCIAS!!!!
NOVAS FRASES PENSAMENTOS FORAM POSTADOS, DÊ UMA PASSADA NO MENU: FRASE E PENSAMENTOS, E CONFIRA... POSTEI TAMBÉM NOVAS PIADAS NO MENU HORA DE RELAXAR!!!
Veneno de cascavel gera o mais potente analgésico
O Instituto Butantã, órgão vinculado à Secretaria de Saúde de São Paulo, desenvolveu uma nova substância a partir do veneno de cobra cascavel, com um poder analgésico 600 vezes maior que o da morfina. A vantagem da nova droga é que ela não causa dependência física como a morfina, já que age em receptores diferentes, e será mais eficaz que os analgésicos hoje existentes para dores crônicas como as do câncer.
A ideia nascida com o fundador do instituto e pioneiro no estudo de serpentes no Brasil, Vital Brazil, somente agora pode ser colocada em prática, quando se conseguiu isolar as moléculas do veneno responsável pela analgesia. O próximo passo é a realização de testes clínicos, com apoio da Fapesp e do Consórcio Farmacêutico (Coinfar).
“A descoberta desta nova substância, extremamente potente e sem poder de dependência, pode modificar, de maneira única a utilização de analgésicos em pacientes”, afirma o diretor do instituto Butantã, Otávio Mercadante. A proteína do veneno da cascavel, a Enpak, responsável pelo formigamento e adormecimento do local da picada, só foi caracterizada, isolada e sintetizada 70 anos depois de ter sido usada empiricamente por Vital Brazil para aliviar as dores de pacientes com câncer.
Segundo a pesquisadora Yara Cury, do Laboratório de Fisiopatologia do Butantã, que coordena os estudos sobre a nova substância, o primeiro efeito da picada de uma cascavel é uma sensação de formigamento, seguida de adormecimento local. “Então a pergunta óbvia é: seria efeito de um componente analgésico do veneno?’, questiona a pesquisadora. ‘Procuramos registros e documentos sobre o assunto em arquivos e gavetas do instituto e descobrimos que Vital Brazil diluía o veneno e o enviava para o exterior’, contou Cury. Os médicos conhecidos de Vital Brazil utilizavam o remédio em pacientes com câncer e depois enviavam relatos que indicavam que o veneno (soluto) era muito eficiente no alívio da dor. Não havia menção à reações adversas.
Os documentos sobre o assunto remontam à década de 30 quando não havia estudos experimentais como os de hoje, daí a falta de informações mais detalhadas sobre o tratamento. ‘O que se sabia, conta Yara, é que o veneno da nossa cascavel, diferentemente de outras espécies de cascaveis, como as norte-americanas, é neurotóxico, mais parecido com o das najas indianas. Depois do soluto crotálico, desenvolvido pelo instituto, o Butantã passou a produzir o que eles chamam de ‘anaveneno’, tratado com formol, que era usado para aliviar dores reumáticas e nevralgias. Os produtos foram descontinuados na medida em que as normas de fabricação de medicamentos se tornaram mais rígidas para preservar a segurança dos tratamentos.
A partir daí a equipe da Dra. Cury começou as pesquisas em 1991 e conseguiu caracterização farmacológica da substância analgésica contida no veneno da cascavel. A grande surpresa é que ela revelou, em uma única dose, um poder de analgesia 600 vezes maior que o da morfina, resultado que se prolonga por até cinco dias, sem efeitos colaterais. Agora o medicamento entra em testes pré-clínicos, que vão determinar sua introdução no mercado.
Fonte: FAPESP
Ciência descobre a verdadeira composição dos nuggets de frango
Uma nova pesquisa realizada nos Estados Unidos alerta para a qualidade da carne que está sendo utilizada para fazer os famosos nuggets de frango. A agência de notícias Reuters informa que pesquisadores do Mississippi descobriram o que ninguém gostaria de saber: cerca de 50% do alimento não era a carne branca – geralmente retirada do peito ou das coxas – que esperamos encontrar quando consumimos os empanados.
As análises foram feitas com nuggets de duas redes de restaurantes – que não foram identificadas – da cidade de Jackson. O primeiro teste mostrou que aproximadamente metade do nugget era carne branca e o restante era uma mistura de gordura, vasos sanguíneos e nervos. Já a segunda análise comprovou que o alimento era feito de 40% de carne branca, além de conter gordura, cartilagens e pedaços de osso.
“O que aconteceu é que algumas empresas optaram por utilizar uma combinação artificial de partes de frango (em vez da carne branca), misturá-la e fritá-la e ainda chamá-la de frango”, explica o pesquisador Dr. Richard D. deShazo, do Centro Médico da Universidade de Mississippi.
“Os nuggets de frango tendem a ser alimentos ricos em gordura porque são empanados e fritos. Mas não há segredo do que é feito um nugget – a maior parte dos restaurantes dispõem das informações nutricionais na loja ou no site. E todas as embalagens de nuggets de frango devem conter por lei uma lista de ingredientes e a tabela nutricional completa, incluindo as gorduras”, explica Ashley Peterson, da National Chicken Council.
Por fim, os pesquisadores ressaltam que o objetivo da pesquisa não foi expor a indústria de frango ou as redes de fast food, mas sim lembrar aos consumidores que nem tudo o que é bom faz bem para a saúde.
Fonte: MegaCurioso
Estatística do ENEM
O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) oferecido anualmente a estudantes concluintes ou concludentes do ensino médio completou10 anos e chega a sua 11ª edição. Em 1998, quando o exame foi aplicado pela primeira vez contou com 115,6 mil participantes chegando ao número de 4 milhões de inscritos em 2008. O modelo de avaliação do exame difere-se dos modelos avaliativos tradicionais sendo estruturado de forma interdisciplinar e contextualizado que tem como base a articulação entre educação e cidadania firmada pela Constituição Federal e a LDB 9.394/96. Seu principal objetivo é avaliar o desempenho do aluno ao término da escolaridade básica para medir competências e habilidades requeridas para o exercício da cidadania, além de possibilitar o acesso ao ensino superior através de programas governamentais. Neste contexto, as questões ambientais e a Educação Ambiental (EA) são de extrema importância, pois histórica e socialmente, tem o objetivo de contribuir para a construção do processo de cidadania e para a melhoria da qualidade de vida da população. Além disso, a compreensão do meio ambiente é considerada como fundamental para a Educação Básica de acordo com a LDB 9.394/96. Assim, esse trabalho teve como objetivo analisar a relação entre as temáticas ambientais e os conceitos de Química encontrados nas questões das 11 edições realizadas pelo ENEM. A metodologia empregada foi uma análise documental das provas das 11 edições realizadas pelo ENEM. Os critérios adotados para análise foram: a) número de questões relacionadas a temáticas ambientais; b) dentre essas questões, quais exigiram conhecimentos químicos para interpretá-las e quais foram os conceitos relacionados; c) quais os temas ambientais mais abordados..Das 693 questões, 93 estavam relacionadas com temáticas ambientais, onde dessas, apenas 48 exigiram algum conhecimento químico para sua interpretação. Entre os temas ambientais mais citados estão: escassez da água 28% (poluição das águas, aumento do consumo), poluição atmosférica 25% (aquecimento global, emissão de gases), seguida das fontes energéticas 17% (usinas nucleares, hidrelétricas, combustíveis fosseis, fontes renováveis). Os conhecimentos químicos mais exigidos para interpretar essas questões foram: transformações físicas da matéria, expressões de concentração, métodos de separação, equilíbrio químico, reações de combustão, entre outros. Através das análises realizadas verificou-se que havia entre 7 e 9 questões em cada prova relacionadas a temáticas ambientais. Os anos que mais apresentaram questões relacionadas a temáticas ambientais foram os anos de 2004 com 14 questões e 2008 com 13 questões. Já a menor quantidade de questões foi verificada no ano de 1999, com 2 questões. Com relação aos temas da redação, a temática ambiental foi abordada apenas nos anos de 2001 e 2008, trazendo como temas: Desenvolvimento e Preservação Ambiental; Influência da Amazônia como Máquina de Chuva, respectivamente.
SEMANA DE PROVAS GLOBAIS.
COMEÇA NESSE DIA 02/10 E VAI ATE 07/10 DE 2013 AS PROVAS GLOBAIS NA E.E.M. FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO.
CARISSIMOS ALUNOS, REDOBREM OS SEUS ESTUDOS PARA QUE TENHAM UM BOM DESEMPENHO NAS PROVAS.
CONTEUDO DA PROVA DE QUIMICA:
1º ANO
Modelos atomicos
Isotopos, Isobaros e Isotonos
Ions
2º ANO
Propriedades coligativas
Balanceamento de equaçoes quimicas
3º ANO
Funçoes organicas oxigenadas: alcool, aldeido, cetona e acidos carboxilicos.
A DEPENDENCIA QUIMICA NA SEXUALIDADE
www.nossolar.org.br/3ciclo/25_sexualidade.pps
PLANO COM COMPETENCIAS E HABILIDADES DE QUÍMICA.
Desinfetantes
Desinfetantes domissanitários são substâncias ativas capazes de eliminar muitos ou todos os micro-organismos patogênicos, com exceção dos esporos.
As suas principais características são:
■ Poder destruir em tempo razoável os organismos patogênicos a serem eliminados, na quantidade em que se apresentam, e nas condições encontradas.
■ Não devem ser tóxicos para o homem e os animais domésticos nas dosagens usuais nem causar odores desagradáveis.
■ Estar disponíveis a custos razoáveis e ter condições de segurança no transporte, armazenamento manuseio e aplicação.
■ Produzir residuais, de maneira a constituir barreira sanitária por um tempo razoável.
■ Ser solúvel em água.
■ Não ser poluente.
■ Ser estável em concentração original ou diluído.
Fatores que influem na eficiência de um desinfetante
A eficiência de um desinfetante está relacionada aos seguintes fatores:
■ Ambiente a ser desinfectado.
■ Espécie e concentração do organismo a ser destruído.
■ Tempo de contato.
■ Grau de dispersão do desinfetante no objeto e ambiente.
Resistência dos micro-organismos aos desinfetantes
A resistência dos micro-organismos aos desinfetantes varia consideravelmente e depende de diversos fatores. Bactérias não-esporuladas são menos resistentes que as esporuladas. A concentração dos micro-organismos é significante já que um alto número em dado volume (densidade) apresenta uma maior demanda de desinfetante e esta aglomeração pode criar uma barreira na sua penetração.
A morte de organismos por um certo desinfetante, fixando-se outros fatores, é proporcional a sua concentração e ao tempo de contato. Assim, pode-se trabalhar com altas concentrações e pouco tempo ou baixa concentração e tempo elevado.
A característica do ambiente a ser tratado tem influência marcante no processo de desinfecção. Por exemplo, organismos circundados por material em suspensão podem tornar-se inatingíveis pelo agente desinfetante. Se o agente desinfetante for um oxidante, a presença de material orgânico e outros materiais oxidáveis irá consumir parte da quantidade do agente desinfetante necessária para destruir os agentes patogênicos.
Além das características químicas ambientais, a temperatura influi no processo de desinfecção; em geral, temperaturas altas favorecem a ação desinfetante. Para uma melhor ação, os agentes desinfetantes devem ser uniformemente dispersos no ambiente e objetos.
Agentes ativos
Os agentes ativos são as substâncias químicas que têm ação de eliminar os micro-organismos. Os principais agentes ativos dos desinfetantes que podem ser usados isoladamente ou associados são:
Cloreto de alquil dimetil benzil amônio (cloreto de belzalcônio)
É um tensoativo catiônico, utilizado como agente de desinfeção com propriedades bactericidas, fungicidas e algicidas. É de fácil manuseio, tendo baixa toxicidade e baixa irritabilidade e, utilizado em diluições apropriadas, são altamente solúveis e extremamente ativos contra um grande espectro de micro-organismos.
Formaldeído (formol)
É um desinfetante de alto nível, mas como é considerado carcinogênico, sua aplicação em hospitais hoje é limitada. Ainda é utilizado para tratamento de hemodializadores, no entanto, está sendo substituído cada vez mais por ácido peracético para esta aplicação. É usado na conservação de peças anatômicas e tecidos e preparo de vacinas virais.
Seu espectro de ação é amplo, funcionando como: bactericida, fungicida, víruscida, tuberculicida. Se apresenta em forma líquida e sólida, mais conhecida como formalina.
A formalina sólida é vaporizada através do calor na presença de umidade. Embora seja uma opção econômica foi pouco estudada. Tem limitações na mensuração de parâmetros aceitáveis da liberação dos vapores em determinadas dimensões de materiais. Além disso, os resíduos são tóxicos e podem danificar alguns instrumentos.
Forma de intoxicações por formaldeído
O formaldeído (H2CO) é um gás que pode ser reativo e instável à temperatura ambiente. É vendido comercialmente em solução aquosa de concentração de 37-39% (formol), contendo ainda 10-15% de metanol, para inibir a sua polimerazação para formaldeído.
É usado como desinfetantes, antisséptico, desodorante, fixador de cabelos ou fluido para embalsamento. A forma polimerizada – trioximetileno (paraformaldeído) – pode ser decomposta pelo calor em formaldeído. A dose fatal de formalina é de 60 a 90 ml. Os polímeros do formaldeído são usados para evitar umidade em papel e em roupas. Esses polímeros contêm algumas vezes formaldeído livre.
O formaldeído reage quimicamente com muitas substâncias nas células e, por essa razão, deprime todas suas funções, levando-as à morte. Os achados patológicos na ingestão de formaldeído são: necrose e retração das mucosas. Alterações degenerativas podem ser encontradas no fígado, rins, coração e cérebro.
Quadro clínico
a) Intoxicação Aguda: a ingestão causa dor abdominal imediata e intensa seguida de colapso, perda de consciência e anúria. Pode ocorrer também vômitos e diarreia. A morte ocorre por insuficiência circulatória.
b) Vestimentas e papéis: contendo formaldeído livre causam dermatite de sensibilização em alguns indivíduos.
c) Exames de laboratório: a urina pode apresentar proteína, cilindros e hemácias.
Tratamento da intoxicação
■ Remover imediatamente o paciente do ambiente onde ocorreu a intoxicação.
■ Remover o formol da pele ou dos olhos com água corrente abundante.
■ Levar o paciente para um hospital para tratar a intoxicação.
Para diminuir a intoxicação por formol deve-se proceder melhorias nos locais de trabalho, no que diz respeito às condições de exaustão, ventilação e climatização.
Paralelamente, deverá ser assegurado um programa de vigilância da saúde dos trabalhadores que permita uma avaliação contínua dos riscos na saúde de natureza profissional e adoção de ações preventivas adequadas ao controle da exposição.
Eficiência da desinfecção
Os fatores que influenciam na eficiência da desinfecção e, consequentemente, no tipo de tratamento a ser empregado são:
a) Espécie e concentração do organismo a ser destruído.
b) Espécie e concentração do desinfetante.
c) Tempo de contato.
d) Características químicas e físicas da água.
e) Grau de dispersão do desinfetante na água.
A resistência de algumas espécies de micro-organismos para desinfetantes específicos varia consideravelmente. Bactérias não esporulantes são, por exemplo, menos resistentes que bactérias formadoras de esporos. A forma encistada e os vírus são bastante resistentes.
A concentração dos micro-organismos é significante, já que um alto número em dado volume (densidade) apresenta maior demanda de desinfetante. A aglomeração ou amontoado de organismos pode criar uma barreira para a penetração do desinfetante.
Álcool
O álcool utilizado para limpeza doméstica e institucional tem sido o grande vilão dos muitos acidentes domésticos, principalmente os que envolvem crianças. Curiosas por natureza, elas se rendem aos encantos da facilidade de combustão do álcool, fazendo com que os acidentes domésticos envolvendo-as com queimaduras sejam os mais frequentes – 45 mil casos por ano só com crianças (Fonte: Sociedade Brasileira de Queimadura).
Em segundo lugar, os acidentes domésticos relacionados com o álcool ficam por conta da ingestão oral. Apesar disto, é inegável que a limpeza doméstica não seria a mesma sem o uso do álcool.
O seu poder bactericida, solubilizante, alta taxa de evaporação e o seu baixo custo, o faz um dos domissanitários mais procurados pelo mercado consumidor final.
O processo de obtenção do álcool
O álcool utilizado em questão é o etanol (álcool etílico), cuja fórmula é CH3CH2OH. A palavra álcool deriva do árabe al-kuhul, que se refere a um fino pó de antimônio, produzido pela destilação deste antimônio, e usado como maquiagem para os olhos.
Os alquimistas medievais ampliaram o uso do termo para referir-se a todos os produtos da destilação e isto levou ao atual significado da palavra. Existem basicamente três processos utilizados para a fabricação do etanol: a fermentação de carboidratos, a hidratação do etileno e a redução do acetaldeído.
Mundialmente, desde a antiguidade até 1930, o etanol era preparado somente por fermentação de açúcares. Todas as bebidas alcoólicas e mais da metade do etanol industrial ainda são feitos por este processo.
No Brasil, o etanol é obtido por fermentação do açúcar de cana. Em outros países, quando este é o método adotado, usam-se como matérias-primas a beterraba, o milho, o arroz, etc (daí o nome “álcool de cereais”). Fora do Brasil, a hidratação do etileno é o principal processo de fabricação do etanol.
No Brasil, a invertase e a zimase são duas enzimas que catalisam essas reações; elas são produzidas pelo micro-organismo Saccharomyces cerevisae, encontrado no fermento ou levedura de cerveja. Após a fermentação, o etanol é destilado, obtendo-se o álcool comum a 99 ºGL (grau Gay-Lussac ou 93,2 ºINPM), que corresponde à mistura de 96% de etanol e 4% de água, em volume. Deste álcool é obtido o álcool 99 ºGL (ou 99,3º INPM) por destilação azeotrópica com ciclohexano.
Duas expressões bastante usadas surgem então: álcool anidro e álcool desnaturado. O primeiro, também conhecido como álcool absoluto, é o álcool isento de água (isto é 100% etanol ou 99 ºGL). O segundo é o álcool comum ao qual adiciona-se substâncias de cheiro ou sabor desagradáveis para evitar o uso indevido pelo consumidor final.
A solução encontrada foi transformar a forma física do álcool que, hoje, é na forma líquida, em um gel e alterar a sua propriedade organoléptica (o sabor), deixando-o com um gosto amargo que provoque a repulsão ao paladar. Isto pode ser realizado, adicionando um espessante ao álcool para torná-lo mais espesso, além da adição do desnaturante.
De acordo com o determinado pela Resolução RDC nº 46, de 20 de fevereiro de 2002, a ANVISA determinou que a partir de 180 dias a contar da data de publicação todo o álcool colocado no mercado em embalagens inferiores a 500g, com concentrações iguais ou superiores a 68% p/p., deverá estar na forma gel e desnaturado.
Ação do álcool
A ingestão de alcool provoca ruptura da membrana celular e rápida desnaturação das proteínas com subsequente interferência no metabolismo e divisão celular.
■ Espectro de ação: rápido e amplo espectro de ação contra bactérias vegetativas, vírus e fungos, mas não é esporicida.
■ Apresentação mais frequente: álcool etílico e álcool isopropílico.
■ Concentração: entre 60 e 90%, sendo que abaixo de 50% sua atividade diminui bastante.
■ Compatibilidade com materiais: mais indicado para superfícies externas dos materiais e superfícies de vidro. Embora utilizado como secante em instrumentos óticos, pode danificar o cimento das lentes. Resseca plástico e borrachas quando utilizado repetidas vezes ao longo do tempo. Torna opaco o material acrílico.
■ Características da ação: como evapora rapidamente sua ação é limitada, havendo necessidade de submersão de objetos para uma ação mais ampla.
"A química é a ciencia que trata das substancias da natureza, dos elementos que a constituem, de suas caracteristicas, propriedades combinatórias, processo de obtenção, suas aplicações e sua definição.
Estuda a maneira pelo qual os elementos se ligam e reagem entre si, bem como a energia desprendida ou absorvida durante essas transformações."
Essa definição é um pouco simplista e superficial, embora seja bem concisa. A química está em tudo, desde o menor grão de poeira até a maior estrela do universo. É uma sábia criação de quem eu considero o maior de todos os químicos: DEUS!
A vocês que acessam esse site, eu desejo muito boa sorte em seus estudos; vou me comprometer a ajudá-los o máximo possível, para que vocês adquiram mais conhecimentos e vejam a química com outros olhos, não como uma matéria chata, mas como algo que dê prazer em aprender.
https://nerdaquimica.webs.com/
ATENÇÃO ALUNOS DA E.E.M. FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO, ESSE JOGO É MUITO BOM, E VAI TE DEIXAR BEM FAMILIARIZADO COM A TABELA PERIÓDICA E SEUS ELEMENTOS QUÍMICOS, SUAS PROPRIEDADES E LOCALIZAÇÕES NA TABELA.
CLICK NO LINK ABAIXO E JOGUE MUITOOOOOOO!!!!
ABRAÇO A TODOS,
PROF. NETTO.
nautilus.fis.uc.pt/cec/jogosqui/adivinhas/index.html
professormazzei.com/mazzei-com/jogos-de-quimica/
Ola, hoje dia 13 de agosto de 2013, foram postados alguns videos para os alunos de 1°, 2° e 3° ano. Para os alunos de 1° ano tem um video sobre o conteudos que esta sendo ministrado em sala: A materia e suas propriedades. Ja para os alunos de 2° e 3° ano, e uma aula preparatoria para o enem, cujo o tema e: estrutura atomica. Acessem o menu quimica e procurem a sua referida serie. Boa sorte e bons estudos!!!!!!
Prof. Netto
Neste link, os alunos poderão ter acesso a conteúdos do enem.
Ola!!! de volta ao trabalho depois de um mes maravilhoso de ferias... segunda a gente volta com tudo, estaremos de volta as aulas na E.E.M.Francisco Holanda Montenegro se Deus assim nos permitir!!!
ALUNOS JÁ EM CLIMA DE FÉRIAS NA E.E.M.FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO, MUITOS JÁ PASSADOS NESSE PRIMEIRO SEMESTRE OUTROS AINDA ESTUDANDO PRA RECUPERAÇÃO AMANHÃ. OS CORREDORES ESTÃO MOVIMENTADOS...
AULÃO DE QUÍMICA - PREPARAÇÃO PARA O ENEM
SEXTA DIA 17 DE MAIO DE 2013
ESTE LINK TE LEVA A UM SITE COM QUESTÕES DE QUÍMICA DO ENEM 2012, QUESTÕES COMENTADAS:
soumaisenem.com.br/quimica/como-estudar-quimica-para-o-enem/analise-da-prova-do-enem-2012-quimica
TABELA PERIÓDICA INTERATIVA:
educar.sc.usp.br/quimica/tabela.html
Um gesto simples pode preservar um milhão de litros d’água.
Um milhão de litros de água potável poluídos é o resultado do lançamento de apenas um litro de óleo comestível na rede de esgotos. Esta quantidade de água representa o consumo de uma pessoa durante 14 longos anos. Jogar óleo comestível usado no ralo da pia é comprometer seriamente nossos mananciais. O óleo de cozinha pode ser reciclado de diversas formas, como resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e, até mesmo, combustível. Com o programa Recicla Mundo, o óleo utilizado nos restaurantes da Praça de Alimentação do Shopping Eldorado não polui rios e córregos, não provoca o entupimento da rede de esgotos e nem a proliferação de insetos. O produto é coletado corretamente e reaproveitado.
meioambiente.culturamix.com/reciclagem/a-importancia-de-reciclar-o-oleo-de-cozinha
www.youtube.com/watch?v=FsV4gAfIPdM&NR=1&feature=endscreen
Você já ouviu esta frase: Rolou uma química entre nós! Será que existe mesmo uma explicação científica para o amor?
O sentimento não afeta só o nosso ego de forma figurada, mas está presente de forma mais concreta, produz reações visíveis em nosso corpo inteiro. Se não fosse assim como explicar as mãos suando, coração acelerado, respiração pesada, olhar perdido (tipo "peixe morto"), o ficar rubro quando se está perto do ser amado?
Afinal, o amor tem algo a ver com a Química? Na verdade O AMOR É QUÍMICA! Todos os sintomas relatados acima têm uma explicação científica: são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada. Entre essas substâncias estão: adrenalina, noradrenalina, feniletilamina, dopamina, oxitocina, a serotonina e as endorfinas. Viu como são necessários vários hormônios para sentir aquela sensação maravilhosa quando se está amando?
A dopamina produz a sensação de felicidade, a adrenalina causa a aceleração do coração e a excitação. A noradrenalina é o hormônio responsável pelo desejo sexual entre um casal, nesse estágio é que se diz que existe uma verdadeira química, pois os corpos se misturam como elementos em uma reação química.
Mas acontece que essa sensação pode não durar muito tempo, neste ponto os casais têm a impressão que o amor esfriou. Com o passar do tempo o organismo vai se acostumando e adquirindo resistência, passa a necessitar de doses cada vez maiores de substâncias químicas para provocar as mesmas sensações do início. É aí que entra os hormônios ocitocina e vasopressina, são eles os responsáveis pela atração que evolui para uma relação calma, duradoura e segura, afinal, o amor é eterno!
Por Líria Alves
Graduada em Química
O mistério dos elementos
CONTEMPLAI as numerosas coisas que nos cercam, madeira, ferro, cobre, aço, vidro, porcelana, areia, ar, vapor, água, e assim por diante. Ora, quantas coisas diferentes supondes que existem? Inúmeras, sem dúvida. Mas quantas coisas elementáis diferentes existem no mundo?
Uma das mais notáveis realizações da ciência foi ter provado que todos os ilimitados objetos deste mundo podem ser formados justamente de 92 elementos, nem mais nem menos. Há apenas 92 materiais de construção na natureza e com estas substâncias elementáis tudo pode ser construído desde o menor grão de areia à mais gigantesca das estrelas.
Alguns destes materiais elementares de construção todos nós conhecemos. O oxigênio e o azoto constituem a maior parte do ar que respiramos. Reconhecemos o clarão vermelho do neônio e o cintilar azulino dos traços de mercúrio. Lembramo-nos de que o hidrogênio e o hélio são empregados para encher os Zepelins; o ferro, o enxofre e o cromo são-nos bastante familiares. Mas alguns dos outros elementos químicos, como o rubídio, o háfnio, o praseodímio e o actinio, para só mencionar alguns, são um pouco mais estranhos à nossa experiência comum.
À história da descoberta dos elementos é uma das mais fascinantes sagas do mundo. Mesmo no tempo de Aristóteles, a hipótese de que todas as coisas se originavam de um comparativamente pequeno número de elementos já ia bem adiantada. Mas somente quase dois mil anos mais tarde é que este fato foi estabelecido como uma definitiva lei da natureza. E então começou a lenta pesquisa para isolar todos os elementos. A princípio, seu número era desconhecido. O químico russo, Mendeléeff foi dos primeiros a indicar que seu número deveria parar em 92 e isso muito antes que os atuais 92 tivessem sido estabelecidos! Mesmo nos dias de hoje, dois destes elementos químicos estão perdidos: ninguém conseguiu isolar ainda os elementos número 85 e 87.
Como é que com apenas 92 elementos, ou materiais de construção, podemos ter a complexidade de materiais de que hoje gozamos, para não falar dos novos objetos que estão sendo descobertos ou criados quase que de hora em hora? Esta infinita variedade de substâncias é devida à espantosa facilidade com que a natureza permitiu que se combinassem em inumeráveis formas de 92 elementos. Um elemento é, por definição, uma substância formada de um simples constituinte. Pouquíssimas coisas materiais no mundo são constituídas dum simples elemento. A maior parte das substâncias que conhecemos é composta duma combinação de elementos. A água, por exemplo, é uma combinação de hidrogênio e oxigênio. O aço é composto em grande escala de ferro, com o acréscimo de pequenos traços de carvão e silício. O vidro é um compqsto de silício e oxigênio.
Importante e interessante fato a notar é o seguinte: que a mesma combinação de elementos formará diferentes coisas em diferentes proporções. Assim, o carbono, o hidrogênio e o oxigênio, em determinada proporção, combinam-se para formar a aspirina; mas o carbono, o hidrogênio e o oxigênio podem também combinar-se em diferentes proporções para formar o éter, o álcool, a gasolina, o açúcar e um rol de outras substâncias. E todas essas substâncias podem ser reduzidas, por meios adequados a seus fatores elementares.
A própria química é a ciência de construir ou de alterar a matéria, com o auxílio desses pequenos materiais de construção. Férteis têm sido nossas realizações neste campo, porque, ajuntando levemente aqui ou subtraindo ali, podemos combinar velhos elementos em novos e admiráveis objetos. A maravilha que tudo isso representa pode ser avaliada pelo cabedal de novas substâncias utilizadas hoje em dia. Seda artificial, borracha artificial, celofane, celulóide, diamantes artificiais, novos materiais para cerâmica, asbestos, TNT (trinitrotoluol), eis aí pouquíssimas das realizações da arte extraordinária da química, na fabricação de novos artigos tirados dos velhos, tudo feito com o auxílio precisamente daquelas 92 substâncias, as 92 notas da escala química, na poderosa Sinfonia da Criação.
Heróis famosos da química
ANTES da alvorada dos tempos históricos, a química já havia lançado as bases de sua carreira romântica. Perderam-se no tempo os nomes dos que, por primeiro, perceberam que as uvas podem ser fermentadas para formar o vinho e o vinagre, que a argila pode formar tijolos e que o claro vidro pode provir da areia. Para as pessoas que viveram nos primórdios do mundo, estas transformações devem ter parecido verdadeiros milagres, e os químicos olhados como estranhos mágicos. Mas só quando a história atingiu o passo acelerado dos séculos XVI e XVII foi que a magia da química se desenvolveu em ciência da química. Porque somente então começaram os homens a propor teorias e experiências, para provar o valor destas teorias. Desde, então, a lista de honra, da química está cheia dos nomes dos titãs cujo engenho, perseverança e puro brilho tornaram possíveis os extraordinários desenvolvimentos de, hoje. Desta lista poderemos escolher alguns nomes representativos.
Entre os antigos químicos, ergue-se o nome de João Rodolfo Gláuber (1604-1668). Gláuber, há de convir-se, foi na realidade um alquimista, mas um alquimista do mais elevado tipo. Era um observador perspicaz e um pensador cuidadoso, que garantiu a sua subsistência com a venda de medicamentos secretos. Seu nome e,stá perpetuado no Sal de Gláuber, nome pelo qual é ainda hoje co-nhecido o sulfato de sódio cristalino.
Em 1774, Priestley isolou o oxigênio pelo simples expediente de queimar todas as substâncias que podia encontrar e recolher o gás que se escapava. Logo depois observou que esse novo gás enferrujava o ferro e assim veio a estabelecer que o oxigênio faz parte do ar que respiramos. Em 1777, Lavoisier descobriu que esse mesmo oxigênio era necessário para a combustão. Sem oxigênio, ensinava êle, nada pode queimar-se.
Dalton, em 1808, foi o primeiro a reconhecer que cada elemento é composto de grande número de partículas, excessivamente minúsculas, porém iguais; deu a cada uma dessas partículas o nome de átomo. Desta forma surgiu a imensamente útil teoria atômica, de tão largo alcance. Os antigos gregos tinham imaginado essa teoria, mas foi Dalton o primeiro a assentá-la em bases científicas.
Sir Humphrey Davy tinha apenas a idade de vinte e dois anos, quando assumiu as funções de lente do Real Instituto de Londres, em fins do século XIX. Ali, fez as maravilhosas descobertas que o elevaram ao posto dos mais importantes heróis da química. Descobriu os metais potássio e sódio e, muito fez para estabelecer suas propriedades. Mas talvez sua maior descoberta tenha sido seu aluno, Miguel Faraday, que chegou a rivalizar com seu mestre.
Berzelius, o rapaz sueco, a cujo intelecto os professores deram pouca estimação, viveu para ser o primeiro organizador de uma ciência de crescimento já dificilmente controlada. Sua determinação do peso atômico dos corpos simples (1826) necessita apenas de pequena revisão, mesmo com os ultra-aperfeiçoados aparelhos de hoje, verdadeiro tributo ao seu esmerado labor.
Temos de renunciar ao exame de Liebig, que aperfeiçoou os métodos de análise orgânica; de Lotário Meyer e Mendeléeff, que descoDriram a grande lei da periodicidade dos elementos; de Luiz Pasteur, cujo grande trabalho sobre a fermentação e a "pasteurização” conduziu-o à sua vitoriosa campanha contra as moléstias contagiosas; de Ramsay, que descobriu os gases raros, neônio, criptônio e xenônio; da grande contribuição dos trabalhos teoréticos de Clausius, Kohlrausch, Raoult, Arrhenius e Ostwald. Todos esses importantes homens de ciência mereceriam capítulos inteiros, tão amplas foram as ramificações de seus trabalhos. Mas saltemos até uma descoberta mais recente, talvez a maior de todas elas.
A senhora Sklodowska Curie empreendeu, em fins do século XIX, o exame da estranha atividade do mineral, pitchblenda (cujo principal componente é o urânio). Este mineral tinha mostrado um notável e embaraçante efeito sobre placas fotográficas, usadas para Raios X. A senhora Curie utilizou várias toneladas de pitchblenda e dessa massa extraiu uma pequeníssima quantidade do ativo material. Essa pequeníssima quantidade foi de novo manipulada e restou ainda menos de substância ativa. Finalmente extraiu uma minúscula quantidade dessa matéria que dava a essa pitchblenda sua tremenda atividade, e a esse extrato denominou ela rádio. Com a descoberta do rádio, o novo e emocionante capítulo começou no eterno esforço do Homem para vencer a doença. Muitos doentes de cancro devem a vida à maravilhosa descoberta da senhora Curie.
Estupendas utilizações da química
AS modernas aplicações da química têm transformado nossa vida cotidiana numa verdadeira história miraculosa de fadas. Com a sua proveta como varinha de condão, o mágico do laboratório está constantemente criando novos corpos, novos processos, novos caminhos e meios de tornar a vida mais rica e mais feliz para todos nós. Graças grandemente às estupendas utilizações da química, o trabalhador de hoje goza de comodidades que eram desconhecidas dos reis da Idade-Média.
Consideremos a invenção do rayon (seda artificial). Durante quarenta anos o laboratório competiu com o bicho da seda e, vede! milhões de mulheres de modesta condição podem agora gozar do luxo de trajes macios e sedosos. Hoje em dia há quatro libras de rayon para uma libra de seda, sendo suficiente a produção anual para prover cada homem, mulher e criança com três libras. O rayon é usado não só na indústria de tecidos, mas na manufatura de artigos muito diversos entre si, como fitas de máquinas de escrever e forros de pneumáticos de automóveis. Interessante fato: a seda artificial pode ser fiada dois terços mais fina que a seda. É, portanto, a mais fina fibra jamais fiada.
Vejamos agora os vários usos da nova resina sintética, chamada bakelite. Essa resina plástica tornou possível o rápido progresso do moderno desenvolvimento da indústria têxtil, papel, petróleo, vidro, adesivos e fotografia. Na verdade, sem as pesquisas dos químicos, a fotografia nunca poderia ter nascido.
Na Suécia, os químicos produziram o chamado "fósforo de repetição". Podeis acender esse fósforo, apagá-lo e depois acendê-lo uma segunda vez. Não podem mais dizer da vida de um homem que "se apagou como um fósforo". Porque o último tipo de fósforo, mesmo que tenha sido apagado, pode voltar à vida de novo. Será isso, talvez outra das muitas alusões da natureza à perpetuidade da vida?
Os químicos deram-nos aço que não enfurruja; jóias sintéticas que resplendem quase como os diamantes genuínos; ligas de alumínio cuja resistência e cuja leveza estimularam o aeroplano a novas e estupendas façanhas de força e velocidade; uma segunda pele, chamada collodion para pensar chagas; uma imitação de couro, feita de co-lódio, tinta e lona; ácido salicílico para tratar reumatismo; e sulfonal e veronal para trazer um delicioso sono aos nervos cansados e doloridos. Novos óculos, perfumes e aromas estão constantemente saindo do cadinho do mágico, no laboratório químico. Quase que diariamente um novo mundo estranho se abre diante de nós, um mundo de milagres que, graças à lida perseverante dos químicos, podemos não somente admirar, mas fazer mesmo nosso.
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Resumindo:
Quero que vocês encontrem a verdadeira GRAÇA da química, aprendendo, rindo e descobrindo coisas interessantes para sua vida diária.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Competências e habilidades – Ciências Humanas
Competência de área 1 – Compreender os elementos culturais que constituem as identidades
H1 - Interpretar historicamente e/ou geograficamente fontes documentais acerca de aspectos da cultura.
H2 - Analisar a produção da memória pelas sociedades humanas.
H3 - Associar as manifestações culturais do presente aos seus processos históricos.
H4 - Comparar pontos de vista expressos em diferentes fontes sobre determinado aspecto da cultura.
H5 - Identificar as manifestações ou representações da diversidade do patrimônio cultural e artístico em diferentes sociedades.
Competência de área 2 – Compreender as transformações dos espaços geográficos como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder.
H6 - Interpretar diferentes representações gráficas e cartográficas dos espaços geográficos.
H7 - Identificar os significados histórico-geográficos das relações de poder entre as nações.
H8 - Analisar a ação dos estados nacionais no que se refere à dinâmica dos fluxos populacionais e no enfrentamento de problemas de ordem econômico-social.
H9 - Comparar o significado histórico-geográfico das organizações políticas e socioeconômicas em escala local, regional ou mundial.
H10 - Reconhecer a dinâmica da organização dos movimentos sociais e a importância da participação da coletividade na transformação da realidade histórico-geográfica.
Competência de área 3 – Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais, políticas e econômicas, associando-as aos diferentes grupos, conflitos e movimentos sociais.
H11 - Identificar registros de práticas de grupos sociais no tempo e no espaço.
H12 - Analisar o papel da justiça como instituição na organização das sociedades.
H13 - Analisar a atuação dos movimentos sociais que contribuíram para mudanças ou rupturas em processos de disputa pelo poder.
H14 - Comparar diferentes pontos de vista, presentes em textos analíticos e interpretativos, sobre situação ou fatos de natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais, políticas e econômicas.
H15 - Avaliar criticamente conflitos culturais, sociais, políticos, econômicos ou ambientais ao longo da história.
Competência de área 4 – Entender as transformações técnicas e tecnológicas e seu impacto nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social.
H16 - Identificar registros sobre o papel das técnicas e tecnologias na organização do trabalho e/ou da vida social.
H17 - Analisar fatores que explicam o impacto das novas tecnologias no processo de territorialização da produção.
H18 - Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações sócio-espaciais.
H19 - Reconhecer as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias formas de uso e apropriação dos espaços rural e urbano.
H20 - Selecionar argumentos favoráveis ou contrários às modificações impostas pelas novas tecnologias à vida social e ao mundo do trabalho.
Competência de área 5 – Utilizar os conhecimentos históricos para compreender e valorizar os fundamentos da cidadania e da democracia, favorecendo uma atuação consciente do indivíduo na sociedade.
H21 - Identificar o papel dos meios de comunicação na construção da vida social.
H22 - Analisar as lutas sociais e conquistas obtidas no que se refere às mudanças nas legislações ou nas políticas públicas.
H23 - Analisar a importância dos valores éticos na estruturação política das sociedades.
H24 - Relacionar cidadania e democracia na organização das sociedades.
H25 – Identificar estratégias que promovam formas de inclusão social.
Competências e habilidades – Ciências da Natureza
Competência de área 1 – Compreender as ciências naturais e as tecnologias a elas associadas como construções humanas, percebendo seus papéis nos processos de produção e no desenvolvimento econômico e social da humanidade.
H1 - Reconhecer características ou propriedades de fenômenos ondulatórios ouoscilatórios, relacionando-os a seus usos em diferentes contextos.
H2 - Associar a solução de problemas de comunicação, transporte, saúde ou outro, com o correspondente desenvolvimento científico e tecnológico.
H3 - Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso comum, ao longo do tempo ou em diferentes culturas.
H4 - Avaliar propostas de intervenção no ambiente, considerando a qualidade da vida humana ou medidas de conservação, recuperação ou utilização sustentável da biodiversidade.
Competência de área 2 – Identificar a presença e aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais em diferentes contextos.
H5 - Dimensionar circuitos ou dispositivos elétricos de uso cotidiano.
H6 - Relacionar informações para compreender manuais de instalação ou utilização de aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum.
H7 - Selecionar testes de controle, parâmetros ou critérios para a comparação de materiais e produtos, tendo em vista a defesa do consumidor, a saúde do trabalhador ou a qualidade de vida.
Competência de área 3 – Associar intervenções que resultam em degradação ou conservação ambiental a processos produtivos e sociais e a instrumentos ou ações científico-tecnológicos.
H8 - Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem de recursos naturais, energéticos ou matérias-primas, considerando processos biológicos, químicos ou físicos neles envolvidos.
H9 - Compreender a importância dos ciclos biogeoquímicos ou do fluxo energia para a vida, ou da ação de agentes ou fenômenos que podem causar alterações nesses processos.
H10 - Analisar perturbações ambientais, identificando fontes, transporte e(ou) destino dos poluentes ou prevendo efeitos em sistemas naturais, produtivos ou sociais.
H11 - Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da biotecnologia, considerando estruturas e processos biológicos envolvidos em produtos biotecnológicos.
H12 - Avaliar impactos em ambientes naturais decorrentes de atividades sociais ou econômicas, considerando interesses contraditórios.
Competência de área 4 – Compreender interações entre organismos e ambiente, em particular aquelas relacionadas à saúde humana, relacionando conhecimentos científicos, aspectos culturais e características individuais.
H13 - Reconhecer mecanismos de transmissão da vida, prevendo ou explicando a manifestação de características dos seres vivos.
H14 - Identificar padrões em fenômenos e processos vitais dos organismos, como manutenção do equilíbrio interno, defesa, relações com o ambiente, sexualidade, entre outros.
H15 - Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos.
H16 - Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos.
Competência de área 5 – Entender métodos e procedimentos próprios das ciências naturais e aplicá-los em diferentes contextos.
H17 - Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e representação usadas nas ciências físicas, químicas ou biológicas, como texto discursivo, gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica.
H18 - Relacionar propriedades físicas, químicas ou biológicas de produtos, sistemas ou procedimentos tecnológicos às finalidades a que se destinam.
H19 - Avaliar métodos, processos ou procedimentos das ciências naturais que contribuam para diagnosticar ou solucionar problemas de ordem social, econômica ou ambiental.
Competência de área 6 – Apropriar-se de conhecimentos da física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.
H20 - Caracterizar causas ou efeitos dos movimentos de partículas, substâncias, objetos ou corpos celestes.
H21 - Utilizar leis físicas e (ou) químicas para interpretar processos naturais ou tecnológicos inseridos no contexto da termodinâmica e(ou) do eletromagnetismo.
H22 - Compreender fenômenos decorrentes da interação entre a radiação e a matéria em suas manifestações em processos naturais ou tecnológicos, ou em suas implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais.
H23 - Avaliar possibilidades de geração, uso ou transformação de energia em ambientes específicos, considerando implicações éticas, ambientais, sociais e/ou econômicas.
Competência de área 7 – Apropriar-se de conhecimentos da química para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.
H24 - Utilizar códigos e nomenclatura da química para caracterizar materiais, substâncias ou transformações químicas.
H25 - Caracterizar materiais ou substâncias, identificando etapas, rendimentos ou implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais de sua obtenção ou produção.
H26 - Avaliar implicações sociais, ambientais e/ou econômicas na produção ou no consumo de recursos energéticos ou minerais, identificando transformações químicas ou de energia envolvidas nesses processos.
H27 - Avaliar propostas de intervenção no meio ambiente aplicando conhecimentos químicos, observando riscos ou benefícios.
Competência de área 8 – Apropriar-se de conhecimentos da biologia para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.
H28 - Associar características adaptativas dos organismos com seu modo de vida ou com seus limites de distribuição em diferentes ambientes, em especial em ambientes brasileiros.
H29 - Interpretar experimentos ou técnicas que utilizam seres vivos, analisando implicações para o ambiente, a saúde, a produção de alimentos, matérias primas ou produtos industriais.
H30 - Avaliar propostas de alcance individual ou coletivo, identificando aquelas que visam à preservação e a implementação da saúde individual, coletiva ou do ambiente.
Competências e habilidades – Matemática
Competência de área 1 – Construir significados para os números naturais, inteiros, racionais e reais.
H1 - Reconhecer, no contexto social, diferentes significados e representações dos números e operações – naturais, inteiros, racionais ou reais.
H2 - Identificar padrões numéricos ou princípios de contagem.
H3 - Resolver situação-problema envolvendo conhecimentos numéricos.
H4 - Avaliar a razoabilidade de um resultado numérico na construção de argumentos sobre afirmações quantitativas.
H5 - Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos numéricos.
Competência de área 2 – Utilizar o conhecimento geométrico para realizar a leitura e a representação da realidade e agir sobre ela.
H6 - Interpretar a localização e a movimentação de pessoas/objetos no espaço tridimensional e sua representação no espaço bidimensional.
H7 - Identificar características de figuras planas ou espaciais.
H8 - Resolver situação-problema que envolva conhecimentos geométricos de espaço e forma.
H9 - Utilizar conhecimentos geométricos de espaço e forma na seleção de argumentos propostos como solução de problemas do cotidiano.
Competência de área 3 – Construir noções de grandezas e medidas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.
H10 - Identificar relações entre grandezas e unidades de medida.H11 – Utilizar a noção de escalas na leitura de representação de situação do cotidiano.
H12 - Resolver situação-problema que envolva medidas de grandezas.
H13 - Avaliar o resultado de uma medição na construção de um argumento consistente.
H14 – Avaliar proposta de intervenção na realidade utilizando conhecimentos geométricos relacionados a grandezas e medidas.
Competência de área 4 – Construir noções de variação de grandezas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.
H15 - Identificar a relação de dependência entre grandezas.
H16 - Resolver situação-problema envolvendo a variação de grandezas, direta ou inversamente proporcionais.
H17 - Analisar informações envolvendo a variação de grandezas como recurso para a construção de argumentação.
H18 - Avaliar propostas de intervenção na realidade envolvendo variação de grandezas.
Competência de área 5 – Modelar e resolver problemas que envolvem variáveis socioeconômicas ou técnico-científicas, usando representações algébricas.
H19 - Identificar representações algébricas que expressem a relação entre grandezas.
H20 - Interpretar gráfico cartesiano que represente relações entre grandezas.
H21 - Resolver situação-problema cuja modelagem envolva conhecimentos algébricos.
H22 - Utilizar conhecimentos algébricos/geométricos como recurso para a construção de argumentação.
H23 - Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos algébricos.
Competência de área 6 – Interpretar informações de natureza científica e social obtidas da leitura de gráficos e tabelas, realizando previsão de tendência, extrapolação, interpolação e interpretação.
H24 - Utilizar informações expressas em gráficos ou tabelas para fazer inferências.
H25 – Resolver problema com dados apresentados em tabelas ou gráficos.
H26 – Analisar informações expressas em gráficos ou tabelas como recurso para a construção de argumentos.
Competência de área 7 – Compreender o caráter aleatório e não determinístico dos fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas, determinação de amostras e cálculos de probabilidade para interpretar informações de variáveis apresentadas em uma distribuição estatística.
H27 - Calcular medidas de tendência central ou de dispersão de um conjunto de dados expressos em uma tabela de frequências de dados agrupados (não em classes) ou em gráficos.
H28 - Resolver situação-problema que envolva conhecimentos de estatística e probabilidade.
H29 - Utilizar conhecimentos de estatística e probabilidade como recurso para a construção de argumentação.
H30 – Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos de estatística e probabilidade.
Competências e habilidades – Linguagens e Códigos
Competência de área 1 – Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida.
H1 - Identificar as diferentes linguagens e seus recursos expressivos como elementos de caracterização dos sistemas de comunicação.
H2 - Recorrer aos conhecimentos sobre as linguagens dos sistemas de comunicação e informação para resolver problemas sociais.
H3 - Relacionar informações geradas nos sistemas de comunicação e informação, considerando a função social desses sistemas.
H4 - Reconhecer posições críticas aos usos sociais que são feitos das linguagens e dos sistemas de comunicação e informação.
Competência de área 2 – Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais.
H5 – Associar vocábulos e expressões de um texto em LEM ao seu tema.
H6 - Utilizar os conhecimentos da LEM e de seus mecanismos como meio de ampliar as possibilidades de acesso a informações, tecnologias e culturas.
H7 - Relacionar um texto em LEM, as estruturas linguísticas, sua função e seu uso social.
H8 - Reconhecer a importância da produção cultural em LEM como representação da diversidade cultural e linguística.
Competência de área 3 – Compreender e usar a linguagem corporal como relevante para a própria vida, integradora social e formadora da identidade.
H9 - Reconhecer as manifestações corporais de movimento como originárias de necessidades cotidianas de um grupo social.
H10 - Reconhecer a necessidade de transformação de hábitos corporais em função das necessidades cinestésicas.
H11 - Reconhecer a linguagem corporal como meio de interação social, considerando os limites de desempenho e as alternativas de adaptação para diferentes indivíduos.
Competência de área 4 – Compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrador da organização do mundo e da própria identidade.
H12 - Reconhecer diferentes funções da arte, do trabalho da produção dos artistas em seus meios culturais.
H13 - Analisar as diversas produções artísticas como meio de explicar diferentes culturas, padrões de beleza e preconceitos.
H14 - Reconhecer o valor da diversidade artística e das interrelações de elementos que se apresentam nas manifestações de vários grupos sociais e étnicos.
Competência de área 5 – Analisar, interpretar e aplicar recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção.
H15 - Estabelecer relações entre o texto literário e o momento de sua produção, situando aspectos do contexto histórico, social e político.
H16 - Relacionar informações sobre concepções artísticas e procedimentos de construção do texto literário.
H17 - Reconhecer a presença de valores sociais e humanos atualizáveis e permanentes no patrimônio literário nacional.
Competência de área 6 – Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação.
H18 - Identificar os elementos que concorrem para a progressão temática e para a organização e estruturação de textos de diferentes gêneros e tipos.
H19 - Analisar a função da linguagem predominante nos textos em situações específicas de interlocução.
H20 - Reconhecer a importância do patrimônio linguístico para a preservação da memória e da identidade nacional.
Competência de área 7 – Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas.
H21 - Reconhecer em textos de diferentes gêneros, recursos verbais e nãoverbais utilizados com a finalidade de criar e mudar comportamentos e hábitos.
H22 - Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas, assuntos e recursos linguísticos.
H23 - Inferir em um texto quais são os objetivos de seu produtor e quem é seu público alvo, pela análise dos procedimentos argumentativos utilizados.
H24 - Reconhecer no texto estratégias argumentativas empregadas para o convencimento do público, tais como a intimidação, sedução, comoção, chantagem, entre outras.
Competência de área 8 – Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.
H25 - Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro.
H26 - Relacionar as variedades linguísticas a situações específicas de uso social.
H27 – Reconhecer os usos da norma padrão da língua portuguesa nas diferentes situações de comunicação.
Competência de área 9 – Entender os princípios, a natureza, a função e o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na sua vida pessoal e social, no desenvolvimento do conhecimento, associando-o aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão suporte, às demais tecnologias, aos processos de produção e aos problemas que se propõem solucionar.
H28 – Reconhecer a função e o impacto social das diferentes tecnologias da comunicação e informação.
H29 – Identificar pela análise de suas linguagens, as tecnologias da comunicação e informação.
H30 – Relacionar as tecnologias de comunicação e informação ao desenvolvimento das sociedades e ao conhecimento que elas produzem.
Notícias aos visitantes
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Uma equipe de cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia, conseguiu criar uma bateria a partir de papel comum, usado em copiadoras.
Os pesquisadores começaram a pesquisa pintando o papel com uma espécie de tinta, formada por estruturas minúsculas e cilíndricas feitas de carbono, chamadas de nanotubos de carbono.
O papel coberto com esta tinta é então mergulhado em uma solução com lítio e um eletrólito (condutor de eletricidade), possibilitando a reação química que gera a corrente elétrica da bateria. O papel atua coletando a carga elétrica desta reação.
Depois de submetê-lo a esse tratamento, os cientistas então envolveram o pedaço de papel em uma pequena bolsa de plástico.
Pedaços de platina foram colocados nas pontas do papel tratado, para melhorar o contato elétrico. Em seguida, fios com eletrodos, para coletar a corrente e ligados ao papel tratado, foram colocados saindo das pontas seladas da bolsa de plástico. Com isso, os cientistas conseguiram acender uma pequena lâmpada, com uma voltagem que alcançou 2,3 volts.
Este uso do papel pode reduzir o peso das baterias em 20%. Geralmente pilhas e baterias são feitas com metais, o que aumenta seu peso.
Liangbing Hu, que liderou a pesquisa, afirmou que o aspecto mais importante desta nova bateria é que o papel é um material conhecido, bem compreendido e barato, o que facilita sua aplicação.
"O papel comum, que usamos em nosso cotidiano, pode ser a solução para armazenagem de energia de uma forma mais eficiente e barata", afirmou o cientista à BBC.
"A tecnologia desenvolvida na indústria do papel durante um século pode ser transmitida para melhorar o processo e a performance destes dispositivos que usam o papel como base", acrescentou.
A pesquisa foi divulgada na publicação especializada "Proceedings of the National Academy of Sciences".
Rapidez
As baterias criadas pela equipe de Stanford também podem liberar a energia armazenada rapidamente. Esta característica pode ser aproveitada em situações na qual são necessárias rápidas explosões de energia, como em veículos elétricos --apesar de a equipe não ter planos imediatos de desenvolver baterias de papel para carros.
Mas os cientistas afirmaram que a técnica para produzir a bateria de papel pode ser adaptada no futuro para permitir que a tinta formada por nanotubos de carbono seja aplicada em outras superfícies, como paredes.
Eles também já fizeram experiências com vários tecidos, o que abriria o caminho para a fabricação de baterias também com esses materiais.
O papel é um bom candidato para receber a tinta com os nanotubos de carbono devido à sua estrutura com milhões de fibras minúsculas e interconectadas.
O papel também é um material forte, que pode ser curvado, enrolado ou dobrado mais do que metais ou superfícies plásticas que já estão sendo usadas em baterias.
Baterias pequenas com nanotubos já foram criadas antes, mas o uso de papel comum poderá baratear esta tecnologia e poderá também levar a uma nova forma de armazenamento de energia, que poderá usar a "pintura" do material com elemento essencial.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u664663.shtml